O julgamento mais longo da história do Distrito Federal chegou ao fim hoje (02). Após 10 dias e mais de 100 horas de discussões no Tribunal do Júri de Brasília, Adriana Villela foi condenada pelo brutal assassinato, há dez anos, do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Vilela; da mãe, Maria Carvalho Vilela; e da empregada da família, Francisca Nascimento Silva.

Ela é acusada de triplo homicídio, triplamente qualificado dos pais e da empregada da família, mortos em 2009. A pena total foi fixada em 67 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado.

A decisão dos sete jurados sorteados para o caso – quatro mulheres e três homens – foi anunciada pelo juiz Paulo Giordano por volta das 18h. O caso que ficou conhecido como crime da 113 Sul é um dos mais rumorosos da capital federal.

Adriana reside atualmente em um apartamento na rua Cupertino Durão, no Leblon, no Rio de Janeiro, deixado como herança pelos pais.