Para um ministro aposentado do STF a decisão do presidente Jair Bolsonaro de indicar um interino para o cargo de Procurador-Geral da República, no caso Alcides Martins, é um jogada de mestre.

Motivo: por ser interino, ele não é escolhido pelo Presidente da República e sim assume porque ocorre a vacância pelo final do mandato da atual Procuradora Geral, Raquel Dodge que ocorre no dia 15 de setembro. Daí, disse o ministro aposentado, a jogada de mestre em manter um Procurador sem precisar de sabatina no Senado e ter na chefia do MPF um sujeito moderado e que fica ‘enquadrado’ nas rédeas do Poder Executivo.

No velho vocabulário de boteco: fica quieto; olha que eu te arranco daí.