O adeus a Maurício Campos Bastos

Faleceu hoje (10), em Brasília, aos 87 anos, o juiz do trabalho aposentado, advogado e jornalista Mauricio Campos Bastos, pai do ministro do TST, Guilherme Caputo Bastos, do ex-ministro do TSE, Carlos Eduardo Caputo Bastos e do ex-presidente da OAB do Distrito Federal, Kiko Caputo. Mauricio e a esposa, dona Cléa, vieram há muitos anos para a capital federal procedentes de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Ao todo, o casal teve nove filhos. “Uma perda muito grande. Conheço toda a família. O Mauricio era meu amigo, fomos colegas de magistério na UDF durante quase dez anos”, lembrou com muita tristeza o advogado e ex-presidente do STJ, ministro aposentado Paulo Costa Leite. “Tolerante, amigo, era apaixonado pela vida, pela família e pelas pessoas”, lembra com carinho o advogado brasiliense Antonio Carlos Dantas. No início de carreira, ganhava a vida narrando futebol para a Rádio Industrial de Juiz de Fora. Chegou, inclusive, a narrar a Copa do Mundo de 1950.

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O saudoso Chico Mendes

Se fosse vivo o sindicalista Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes, iria completar na próxima sexta-feira (15) 73 anos. Nascido no município acreano de Xapuri, Chico Mendes foi seringueiro, sindicalista e ambientalista. Lutou a favor dos seringueiros da Bacia Amazônica, cuja subsistência dependia da preservação da floresta e das seringueiras nativas. Seu ativismo lhe trouxe reconhecimento internacional, ao mesmo tempo em que provocou a ira dos grandes fazendeiros locais.

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“O Brasil tem jeito”

Do juiz federal aposentado e hoje advogado na área criminar em Brasília, Pedro Paulo Castelo Branco, ao ser perguntado se o Brasil ainda tem jeito? “
Tem sim. Para isso é preciso apenas que acreditemos mais em nós. Uma das coisas que nos garante isso é a expressão do voto; o voto correto. E qual é…

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Demissões na Estácio

A juíza Ana Larissa Lopes, da 68ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho-RJ (TRT-RJ), concedeu liminar com tutela antecipada em favor do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro (Sinpro-Rio), obrigando a Universidade Estácio a suspender todas as demissões até que essa instituição de ensino apresente os seguintes documentos:

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