Por Andrea Pachá, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro: Aos 30 anos virei juíza. Eu tinha mais certezas, era menos tolerante, mais crítica, e não raro, usava minha régua moral para julgar os outros. Nelson Rodrigues estava certíssimo quando sugeriu aos jovens: envelheçam!…
O que continua igual, passados 32 anos, é a alegria com que trabalho, o reconhecimento do privilégio de escolher uma profissão que pode ajudar as pessoas a ter acesso a mais direitos e mais dignidade, e a esperança e o desejo de viver em um país menos injusto e desigual.
Anterior
Próximo

