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CBF: mais de duas décadas sem títulos mundiais

Desde 2002 a Seleção Brasileira não consegue ser campeã do mundo. Perdeu os mundiais da Alemanha =em 2006, da África do Sul em 2010, do Brasil em 2014,  da Rússia em 2018,  de 2022 no Catar, e do México, Estados Unidos e Canadá em 2026. A trajetória desses líderes mostra os altos e baixos da CBF, refletindo diretamente no desempenho e desenvolvimento do futebol brasileiro. Conhecer essa história é fundamental para construir um futuro melhor para o esporte mais popular do país.Neste período de derrotas comandaram a CBF os seguintes presidentes:

Ricardo Teixeira. Ele presidiu a CBF por mais de duas décadas, período com muitas conquistas, incluindo dois títulos mundiais (1994 e 2002). Contudo, sua gestão ficou manchada por graves acusações de corrupção e contratos controversos, prejudicando severamente a imagem da entidade.

José Maria Marin – Sua gestão como presidente terminou de maneira dramática com sua prisão pelo Fifagate. Sob seu comando, a Seleção Brasileira sofreu a histórica derrota de 7 x 1 para aAlemanha na Copa de 2014.

Marco Polo Del Nero – Foi afastado por denúncias relacionadas ao FIFAGate e posteriormente banido pela FIFA por corrupção. Ainda assim, durante seu mandato como presidente, a seleção brasileira conquistou o inédito ouro olímpico em 2016.

Coronel Nunes – Presidente interino após o afastamento de Del Nero, Coronel Nunes teve atuação discreta,

Rogério Caboclo – Iniciou com promessas de renovação e transparência, mas foi afastado por denúncias de assédio. Durante sua gestão como presidente, porém, o Brasil venceu a Copa América de 2019 e conquistou o ouro olímpico masculino em Tóquio 2021.

José Perdiz – Teve uma curta passagem como presidente interino, garantindo apenas a continuidade administrativa enquanto aguardava a eleição definitiva.

Ednaldo Rodrigues – Primeiro presidente nordestino e negro da entidade, Ednaldo trouxe uma nova perspectiva para a gestão da CBF. Apesar do longo histórico na Federação Bahiana de Futebol, sua chegada quebrou uma longa tradição regionalizada na administração do futebol brasileiro, gerando esperança de mais diversidade e transparência.

Samir Xaud – Atual presidente da CBF.  Assumiu o cargo em maio de 2025