Direito Global
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A indicação do procurador-geral da República

Quatro anos depois de ter trabalhado na histórica eleição presidencial de 1989, sob o comando do ministro Francisco Rezek, fui convidado a voltar para o TSE, no mesmo cargo, pelo saudoso ministro Sepúlveda Pertence. Fui indicado pelo então procurador-geral da República, Aristides Junqueira. Pertence conhecia meu trabalho desenvolvido no pleito de 1989. Eu nunca tinha visto pessoalmente o presidente. Conhecia apenas dos jornais porque as fotos ilustrativas ele sempre aparecia fumando um cachimbo. Como na gestão Rezek, o meu trabalho deu muito certo. Duas eleições maravilhosas.  Depois, terminada a gestão, fui com Pertence para o Supremo.