Quando ainda era recém-advogado, aos 22 anos, Pedro Gordilho saiu de Salvador, na Bahia, e veio a Brasília tentar a vida. Por aqui, em 1963, passou a atuar como procurador do Estado da Bahia e, depois de alguns anos, Gordilho se tornou ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na cota de advogados. Aos 86 anos, Pedro Gordilho tomou posse do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, em 19 de março de 2025.O brilhante advogado , graduado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), lançou, em 2008, seu primeiro livro, o Sementes do Destino, composto por setenta crônicas e ensaios que escreveu ao longo da vida. Na época, Gordilho afirmou que a obra “ajuda a desvendar o lado cultural de um advogado”.
Hoje (11.9.2026, bastante triste , ele comenta a crise sem precedentes do Supremo Tribunal Federal: “”A palavra de Rui Barbosa, o pontífice máximo dos tribunais brasileiros, ressoa em minha consciência, mais do que nunca, na hora presente: ‘Perdoe-me o Supremo Tribunal. Os indivíduos são uma coisa, e a instituição outra. A censura dos indivíduos é meu direito. A defesa da instituição, o meu dever’. O Presidente Edson Fachin mostra que saberá reconduzir a Egregia Côrte ao patamar que a História lhe averba: o Tribunal que nunca faltou à nação brasileira.” Pedro Gordilho

