Cheque clonado

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou pedido de indenização por danos morais de uma associação de moradores do Paraná contra a Caixa Econômica Federal pelo desconto de um cheque clonado no valor de R$ 2.015,00. Segundo a decisão da 3ª Turma, tomada no final de outubro, o valor foi reposto pelo banco e o caso não passou de mero aborrecimento, não caracterizando abalo moral que justifique indenização.

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Um orgulho !

Quando os filhos da ex-seringueira Marlene da Costa Maciel, de 59 anos, começaram a crescer, ela e o marido não titubearam. Abandonaram a vida no Seringal Extrema, no Rio Moa, interior do Acre e se mudaram para uma propriedade rural no Ramal Macaxeiral, na zona rural do município de Cruzeiro do Sul. O objetivo do casal era permitir que os filhos pudessem estudar e ter melhores oportunidades.

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De Vassouras a Brasília

Natural da charmosa cidade de Vassouras, no interior do Rio de Janeiro, o ministro Luis Roberto Barroso, do STF, tinha um sonho antes de decidir ingressar na área de Direito: compositor. “Eu adorava música. Sou da geração em que despontaram Chico Buarque, Caetano Veloso, Gonzaguinha. O meu problema é que eu não tinha grande talento musical. Tinha a pretensão de ser um letrista razoável, mas eu não era um virtuose na música.

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Fio Maravilha

João Batista de Sales, o Fio Maravilha, de 71 anos, ex-atacante do Flamengo, que ficou famoso mais pela música composta em sua homenagem por Jorge Ben, em 1973, do que pelo seu futebol folclórico e desengonçado, vive desde 1981 nos Estados Unidos, exatamente na Costa Oeste. Lá, em São Francisco, Califórnia, ele sempre trabalhou como entregador de pizzas. E é o que continua fazendo. “Nunca fui dono de pizzaria em São Francisco, infelizmente”, frisa o ex-atacante mineiro do Flamengo e irmão de Germano, ex-ponta do Flamengo, do Milan e do Palmeiras, já falecido.

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