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Ídolos da bola na OAB

Craque não gosta de crack, confirmam os ex-jogadores da Seleção Brasileira Adílio, Altair e Jair Marinho e outros ídolos da bola e hoje integrantes da Associação de ex-Atletas de Futebol do Rio de Janeiro. Eles adotaram o mote para trabalhar na ajuda a crianças e jovens em situação de risco e vítimas das drogas. Incentivada pela OAB do Rio de Janeiro (OAB-RJ), que no ano passado ajudou a criar a Associação para gerar novas oportunidades ao ídolos do passado, a ideia de usar a bola para tirar os jovens das ruas e do crack foi sacramentada com a assinatura de um protocolo de intenções na sede da Seccional.

“Esta é nossa modesta contribuição para a tentativa de enfrentarmos esse flagelo que é o crack para a juventude. O aumento no número de crianças e adolescentes que vão buscar as drogas pela falta de perspectivas é aterrador, extremamente preocupante”, afirmou o presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, ao assinar o documento.

Dirigente da associação, Adílio, campeão mundial pelo Flamengo no Interclubes de 1981, afirmou que, por serem ídolos, os ex-jogadores têm “consciência de sua responsabilidade”, e disse estar feliz com a oportunidade de ajudar. Afonsinho, que além de médico é detentor de vários títulos de campeonato e ídolo do Botafogo, lembrou o encanto que a bola sempre exerce sobre a garotada através dos tempos e manifestou a esperança de poder passar aos jovens em risco “valores educacionais e sociais”.

Entre o time de ídolos presentes, estavam também Julio César “Uri Geller” (Flamengo), Manguito (Flamengo), Nei Conceição (Botafogo), e vários outros.

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