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“Desembargadora” cumpre pena

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou a pedagoga Vania Mello da Cunha, de 63 anos, a três anos de reclusão e ao pagamento de 30 dias de multa pela prática do crime de estelionato. Ela se passava por desembargadora e esposa de juiz e, associada a advogados, prometia a aprovação de candidatos reprovados em concurso público por meio de interposição de recursos.

Por unanimidade de votos, foi acolhido o voto do relator, desembargador Antonio José Ferreira Carvalho.  Uma das vítimas, um candidato reprovado em um concurso da Polícia Rodoviária Federal, depositou R$ 10 mil na conta da pedagoga e entregou a ela um veículo Monza, ano 1994, para cobrir as despesas com o recurso.

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