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“Planos de Morte”

Após “expulsar” 3 milhões brasileiros entre 2015 e 2017 com as suas mensalidades criminosas, os planos de saúde (ou “de morte”, como os chama o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta) perderam 133 mil clientes em 12 meses, diz a ONG IESS. Mas fatura R$175 bilhões por ano, mais que o orçamento de R$122,6 bilhões do Ministério da Saúde. A “agência reguladora” ANS revogou a venda obrigatória de planos individuais para forçar a opção pelos coletivos. Ou se virar no SUS. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O reajuste do plano individual é fixado pela ANS, que, apesar de ser sempre generosa com as empresas, não as satisfaz completamente. Planos de saúde agora faturam R$175 bilhões por ano no Brasil, cujo Ministério da Saúde tem orçamento 32% menor: R$122,6 bilhões.

“Planos de morte” reajustam mensalidades ao menos em 100% quando o cliente completa 59 anos. Tudo sob o patrocínio e a omissão da ANS.

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