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Uma consciência iluminada

Do ministro aposentado do STF, ex-presidente do TSE; ex-ministro das Relações Exteriores e ex-integrante da Corte Internacional da Haia, ministro Francisco Rezek sobre a morte da juíza da Suprema Corte dos EUA, Ruth Bader Ginsburg, aos 87 anos após complicações devido a um câncer de pâncreas:

“Ruth Ginsburg era a consciência mais iluminada na atual composição da Corte Suprema americana. Para encaminhar sua sucessão de modo minimamente digno, seria preciso que o presidente dos Estados Unidos fosse agora um estadista, comprometido com a democracia e o primado do Direito — não por Donald Trump, que é a própria negação desses valores. Pela juíza que nos deixou, e pelo que podemos razoavelmente esperar em seu lugar, o luto não é hoje só do povo americano. É universal.”

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