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Escritório Social da Bahia

Um total de 110 atendimentos foram realizados, entre 15 de março e 2 de junho deste ano, pelo Escritório Social do Estado da Bahia (ESBA). Destes, 66 correspondem ao primeiro atendimento, 33 retorno e 11 realizados de maneira remota. Essas unidades são estruturas multisserviços impulsionadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que apostam na articulação entre Judiciário e Executivo, para uma melhor atenção às pessoas egressas e seus familiares.

“A demanda de trabalho, emprego e renda constitui um grande entrave, seguido de falta da documentação civil, extrema vulnerabilidade social, fome, falta de recursos para atender às mínimas necessidades. Muitos são referenciados às redes socioassistenciais, CRAS, CREAS, CAPS AD, entretanto, alguns não conseguem comparecer aos agendamentos devido a falta do dinheiro de transporte”, explica a Coordenadora do Escritório na Bahia, Luz Marina.

Segundo ela, “a equipe técnica do Escritório Social faz acompanhamento com essas pessoas, reagendam, a fim de serem inseridos para pleitear os benefícios sociais”. A baixa escolaridade e qualificação profissional também é um dificultador para egressos.

A proposta do Escritório Social é reunir em um mesmo local atendimentos e serviços para dar suporte aos egressos do sistema prisional e para suas famílias em diversas áreas como saúde, educação, qualificação, encaminhamento profissional, atendimento psicossocial e moradia. O objetivo é contribuir efetivamente para a ressocialização daqueles que cumpriram suas penas e agora precisam reconstruir suas vidas.

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