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Ouvidoria da Mulher

A conselheira Tânia Reckziegel, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), anunciou, durante visita ao TRT 18 (Goiás), a criação da Ouvidoria Nacional da Mulher e a recomendação de que todos os tribunais brasileiros criem as suas próprias Ouvidorias da Mulher. A iniciativa visa abrir um canal direto da sociedade com o Judiciário com o fim de coibir a violência contra as mulheres, segundo explicou a conselheira.

Tânia Reckziegel foi recebida pelo presidente do TRT-18, desembargador Daniel Viana Júnior, e pelo vice-presidente, desembargador Geraldo Nascimento. Daniel Viana disse que o CNJ já pode contar com a criação da Ouvidoria da Mulher no âmbito da 18ª Região e que providenciará o que for preciso para realizar o primeiro acolhimento de mulheres em situação de risco e violência doméstica e o encaminhamento e apoio necessários.

Ele ressaltou, na ocasião, o apoio que a conselheira sempre deu ao Tribunal, na manutenção de um diálogo profícuo e no planejamento de atividades em prol do usuário da Justiça. “Ficamos felizes em contribuir com uma missão tão nobre de prevenir a violência contra a mulher e oferecer apoio e orientação”, disse.

A conselheira Tânia Reckziegel integra o CNJ desde fevereiro de 2020 e foi eleita ouvidora do Conselho em outubro de 2021. Ela também atua como presidente da Comissão Permanente de Políticas de Prevenção às Vítimas de Violências, Testemunhas e de Vulneráveis e da Comissão Permanente de Comunicação Social do Poder Judiciário. Além disso, coordena o Comitê Gestor Nacional Judicial de Enfrentamento à Exploração do Trabalho em Condição Análoga à de Escravo e ao Tráfico de Pessoas e o Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral e do Assédio Sexual e da Discriminação no Poder Judiciário.

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