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Escravo CLT

A empresa Kimberly-Clark Brasil foi condenada a pagar R$ 15 mil a um técnico terceirizado que recebeu o certificado de “1° Escravo CLT” em uma confraternização na fábrica de Suzano, na região metropolitana de São Paulo. A decisão foi tomada pela 1ª Vara do Trabalho de Suzano, informou a Justiça do Trabalho.