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MPF quer cotas no hospital Einstein

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça para obrigar a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein a adotar cotas afirmativas nos programas de residência médica.É uma modalidade de pós-graduação disputadíssima, em que médicos recém-formados recebem treinamento prático e supervisionado em hospitais e serviços de saúde para se especializar em uma área, como cardiologia, obstetrícia ou psiquiatria. O MPF defende que haja uma reserva de vagas com os seguintes critérios:
30% para negros;
10% para pessoas com deficiência;
5% para indígenas;
5% para quilombolas;
5% para transexuais.