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Padre pode tocar o sino

Uma moradora da cidade de Campo Novo, no interior do Rio Grande do Sul, entrou no mês passado com uma ação no Ministério Público (MP) contra um padre do município devido ao som do sino da igreja e à música que anuncia a missa dos domingos. Em audiência  no fórum da cidade, ficou decidido que o sino e as músicas poderão seguir tocando na Paróquia São Sebastião.

De acordo com o padre Antônio Ângelo Dal Piva, a moradora e seu marido alegavam que as músicas causavam poluição sonora. Ela também reclamava do horário das badaladas do sino, que toca diariamente às 7h – além das 12h e das 18h. “Assim que fui acionado, consultei a comunidade. Ela morava na cidade há apenas dois meses quando entrou com a ação. A comunidade, que convive com essa prática há anos, me apoiou e disse que o barulho não incomodava”, afirmou o padre.

“Hoje anunciaram a conclusão de que não há poluição sonora ou degradação ambiental e que o sino, que toca por 15 segundos cada vez, não incomoda”, disse o padre sobre a decisão.

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