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Itaú Cultural

A CPI da Lei Rouanet, que investiga o uso criminoso da lei de incentivo à cultura, definiu como foco principal dos seus trabalhos os grandes “captadores” de recursos. As investigações estão concentradas em dez empresas. Um dos alvos considerados prioritários, pelos deputados, é a Itaú Cultural. Dados preliminares da comissão apontam que o banco se beneficiou de ao menos R$500 milhões de isenções tributárias. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

“Temos que entender como funcionava a captação de recursos”, avisa o presidente da CPI, Alberto Fraga (DEM-DF). Chegou nesta semana à CPI da Lei Rouanet o inquérito da operação Boca Livre, da Polícia Federal. Os dados serão esmiuçados. Fraga lembra que a CPI não tem a pretensão de passar por cima da PF. A ideia é trabalhar em conjunto, no campo político.

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