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Uma ação de improbidade do Ministério Público tramita na 1ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal para investigar irregularidades na reforma do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Papuda. De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal, que entrou com ação de improbidade contra quatro pessoas, a obra teria sido paga pelo empresário Luiz Estevão, que hoje está preso na unidade.

Há cinco meses, a Secretaria de Segurança Pública e Paz Social abriu um procedimento interno para apurar o caso, mas o prazo de conclusão foi sucessivamente prorrogado e os trabalhos ainda não terminaram. Segundo o MP, os acusados passaram por cima das normas legais e promoveram a execução da obra de reforma do Bloco 5 do CDP e de construção de um galpão, com a participação da sociedade empresarial SR2 e do Grupo OK, ambos ligados ao ex-senador Luiz Estevão.
Os três delegados e o empresário são alvos da ação de improbidade.
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