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Adriana no tribunal do júri

O julgamento da arquiteta Adriana Vilela, acusada de mandar os pais o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Villela, e a advogada Maria Carvalho – e a empregada da família, Francisca Nascimento, no prédio da 113 Sul, em 2009, começou nesta segunda-feira. A expectativa é que tribunal do júri termine apenas na próxima sexta-feira.

Neste primeiro dia de julgamento foram ouvidas testemunhas, uma delas a delegada aposentada Mabel de Faria, que chefiava a divisão da Coordenação de Crimes Contra a Vida em agosto de 2009. No depoimento, ela afirmou que nunca tinha se deparado com uma investigação tão ruim e confusa.

Durante os cinco dias de julgamento, um total de 44 pessoas irão prestar depoimento, sendo 17 de acusação e 27 de defesa. A expectativa é que Adriana dê sua versão dos fatos na quarta ou quinta-feira.

Em 2012, os executores do crime, Leonardo Campos, que era ex-porteiro do prédio onde os pais de Adriana moravam, Paulo Cardoso, sobrinho de Leonardo e Francisco Mairlon foram condenados há 55 anos de prisão.

Em 2016, a delegada Martha Vargas e o agente da Polícia Civil, José Augusto Alves, que participaram das primeiras investigações do caso, foram condenados por interferirem no inquérito.

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