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Dois exemplos opostos

Comentário do jornalista Rudolfo Lago, editor do Jornal de Brasília, em sua página no Facebook: “No dia em que uma autoridade do governo acha por bem que pode fazer uma citação nazista, o país perde um de seus maiores jornalistas, Mário Simas Filho.

Durante muito tempo, Simas foi o esteio de equilíbrio na redação de uma revista que optara, a partir de seu diretor, pela insanidade. Foi por causa de Simas – e de mais ninguém – que acabei convencido a voltar àquela redação, para tristemente no fim fechar as portas da Sucursal de Brasília e padecer até agora pela falta de pagamento dos compromissos pela revista honrados.

Simas foi uma das melhores pessoas que conheci no ambiente do jornalismo. E foi um dos melhores jornalistas que conheci entre as pessoas que optaram por esse ofício. Texto preciso. Apuração cuidadosa. Coragem na medida necessária.

Siga em paz, meu grande amigo. Talvez você nem soubesse o quanto eu te admirava!”

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