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Copa do México, 50 anos

Há exatos 50 anos, no dia 3 de junho – uma quarta-feira – a Seleção Brasileira estreava na Copa do Mundo do México. No Brasil, existiam pouco mais de 4 milhões de aparelhos de televisão. Pela primeira vez, o mundo assistia a uma Copa ao vivo, via satélite. Naquela época o Brasil tinha na presidência da República (estávamos em pleno regime militar) o general Emilio Garrastazu Médici. Na presidência do Congresso Nacional estava o senador João Cleofas de Oliveira, um pernambucano de Vitória de Santo Antão. Já na presidência do STF estava o ministro Oswaldo Trigueiro, um paraibano nascido em Alagoa Grande.

O duelo contra Tchecoslováquia, no Estádio Jalisco, começou às 19hs, horário de Brasília. Apesar das desconfianças e de sair em desvantagem no placar, com gol de Petras, a equipe de Zagallo virou o jogo e goleou o time adversário por 4 a 1. Viva Rivellino, Pelé, que tentou um gol do meio de campo, Gerson e Jairzinho, que balançou as redes adversárias duas vezes e deixou o México com o título de “furacão da Copa”.

O duelo contra Tchecoslováquia, no Estádio Jalisco, começou às 19hs, horário de Brasília. A pesar da s desconfianças e de sair em desvantagem no placar, com gol de Petras, a equipe de Zagallo virou o jogo e goleou o time adversário por 4 a 1. Rivellino, Pelé, que tentou um gol do meio de campo, Gerson e Jairzinho, que balançou as redes adversárias duas vezes e deixou o México com o título de “furacão da Copa”.

Segundo o advogado brasiliense e torcedor do Vasco, Antonio Carlos Dantas Ribeiro o camisa 10 da Seleção Brasileira, Pelé, o maior de todos os tempos, ficou celebrizado na Copa do México pelos golaços que não fez: contra a Tchecoslováquia (tentou o gol do meio-campo no goleiro Ivo Viktor que estava adiantado), Inglaterra (cabeçada defendida espetacularmente pelo goleiro Banks) e Uruguai (drible de corpo no goleiro Ladislao Mazurkiewicz). Três lances inesquecíveis, afirmou Dantas.

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