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Peduzzi, a mais brilhante

Considerada uma advogada brilhante e uma das mais preparadas e competentes ministras do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Maria Cristina Peduzzi, que atualmente preside a justiça do trabalho, vai completar 19 anos de TST no próximo dia 21. Em 2001 ela foi nomeada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso pelo quinto constitucional da advocacia na vaga do ministro Ursulino Santos Filho. Na época em que disputou a vaga, a OAB Nacional era presidida pelo advogado Reginaldo Oscar de Castro. O diretor-tesoureiro do Conselho Federal (CFOAB), que depois também ocupou a presidência da entidade dos advogados, era Roberto Busato.

O tempo passou e 21 anos depois Reginaldo e Busato, até hoje amigos inseparáveis, comentaram para o site direitoglobal.com.br o desempenho de Cristina Peduzzi na magistratura:

Reginaldo Oscar de Castro: ” A ministra Cristina Peduzzi é a prova de que a OAB pode usar com eficácia seu direito de indicar advogados e advogadas para compor os tribunais brasileiros. Na minha avaliação, é a mais brilhante e competente entre os que representam a advocacia no quinto constitucional”.

Roberto Busato: ” Conheci Cristina Peduzzi quando ela era advogada, promovia as defesas do Conselho Federal da OAB e eu na época era o diretor tesoureiro do Conselho, que era presidido por Reginaldo Oscar de Castro. Naquela época já admirava Cristina pela judiciosidade de seus pareceres e a extrema elegância que exercia a advocacia, seja com seus clientes, seja com a parte adversa. Excelente advogada. Há dezenove anos atrás surgiu uma vaga do quinto constitucional para o TST, a lembrança do nome de Cristina era irresistível. Terminada a votação, o resultado não foi surpreendente Cristina cabeça de lista, a mais votada, o que surpreendeu foi o fato de que ela conquistou a totalidade dos votos das bancadas do CFOAB, do Oiapoque ao Chuí. A advocacia perdeu uma grande advogada, mas a magistratura ganhou uma grande magistrada, pois Cristina passou na lista tríplice do TST e foi escolhida pelo presidente da República. Cristina foi e continua sendo a unanimidade.

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