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CSA, um clube de futebol sem dívidas

A garantia é do advogado Omar Coêlho, ex-presidente da OAB de Alagoas (OAB-AL) e, desde dezembro de 2017, vice-presidente do Centro Sportivo Alagoano (CSA) – até o ano passado na série “A” da elite do futebol brasileiro: “nosso clube não tem nenhuma dívida trabalhista. A atual diretoria, liderada pelo presidente Rafael Tenorio, quitou todas as pendências na Justiça do Trabalho. As dívidas com a Previdência Social e o imposto de renda também foram quitados e o clube está em dia com o Profut, que é o programa de refinanciamento de dívidas fiscais do futebol. Nossa dívida não chega a R$ 2 milhões”.

Detentor de 39 títulos alagoanos – o rival CRB tem 30 – o CSA é o segundo clube do mundo a subir para a série “A” de forma sequencial. “Saímos da série “C”, disputados a série “B” e chegamos à série “A” disputando os jogos om muita seriedade nos campos de futebol”, garantiu Omar Coêlho. O outro clube que conseguiu fato semelhante foi o Parma, da Itália.

Omar Coêlho, que divide o tempo entre a advocacia e as aulas na universidade, fez cursos de gestão na Universidade do Futebol. ” Sou apaixonado pelo CSA e quero ver o clube voltando em breve à série principal do Campeonato Brasileiro. ” Ou o futebol brasileiro se profissionaliza ou não vamos ganhar mais nada em termos mundiais”, disse Omar Coêlho que é procurador do estado de Alagoas.

Omar Coêlho nasceu em Maceió em 20 de dezembro de 1960, primeiro filho do advogado e professor Marcos Bernardes de Mello e Onira Coêlho de Mello. Em sua formação educacional, estudou nos colégios Educandário Santa Terezinha, Educandário Coração de Jesus, Colégio Marista, cursando da 5ª série até o 2º Científico, e Colégio Batista de Maceió, onde concluiu o 3º Colegial, em 1979. Em 1980, foi aprovado no vestibular para o Curso de Direito da UFAL, tendo concluído em 1983, estando inscrito na OAB-AL sob nº 2684.

De julho de 1997 a dezembro de 1998, Omar foi procurador-geral do estado de Alagoas. Atuou em um dos momentos mais críticos da vida política do estado de Alagoas, quando da renúncia do então governador Divaldo Suruagy e a assunção do vice Manoel Gomes de Barros. Omar marcou sua passagem na chefia daquele órgão, pelas posições adotadas, como fazer o Estado de Alagoas aderir a Ação Popular contra as Letras “Podres” do Tesouro Estadual, ter aumentado em mais de 200% a cobrança da Dívida Ativa e conseguido junto ao BIRD, a quantia de U$ 2.5 milhões de dólares e implantar o PROMOPGE/AL (Programa de Modernização da Procuradoria Geral do Estado de Alagoas), por exemplo, deixando todos os projetos prontos para serem executados.

Por duas vezes consecutiva – 2007 a 2009 e 2010 a 2012 (seis anos ao todo) foi presidente da Seccional da OAB, sempre escolhido pelo voto direto do advogado inscrito regularmente na instituição. Omar manteve a Ordem presente na sociedade e nas questões de Estado, tendo participado da instalação do Plano Brasil Mais Seguro, quando manifestou em seu lançamento, em Brasília, preocupado com o ataque aos efeitos da insegurança/criminalidade, sem o combate às causas. Assinou contrato com a OAB Nacional e apresentou o projeto da nova sede da OAB/AL, após ter conseguido a doação do terreno para a construção, antes cedido em comodato, numa área de mais de 20 mil metros quadrados. Ainda nesse período, construiu as sedes próprias das Subseções de Penedo, São Miguel dos Campos e Santana do Ipanema. Criou as Subseções de Delmiro Gouveia e Porto Calvo. Foi eleito e reeleito Coordenador Nacional do Colégio de Presidentes Seccionais das OABs e discursou na abertura da Conferência Nacional da Advocacia, em Curitiba.

Omar Coêlho foi também presidente da Associação Nacional dos Procuradores de Estado (ANAPE) e Coordenador da União Nacional da Advocacia Pública (UNAP), entre outros cargos.

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