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Projeto Empatia

Em mais um passo rumo à acessibilidade e à inclusão, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) lançou o Projeto Empatia, que busca estimular servidores e colaboradores da corte a se engajarem em novas ações voltadas para as pessoas com deficiência, tanto nas relações internas de trabalho quanto no atendimento ao público. O Projeto Empatia é uma realização da Comissão de Acessibilidade e Inclusão (ACI), em parceria com o Centro de Formação e Gestão Judiciária (Cefor).

Ao participar do lançamento, o presidente do STJ, ministro Humberto Martins, enalteceu o valor da empatia, exercida por meio da “capacidade de conexão, de ir totalmente do nosso mapa do mundo para o mapa do mundo das pessoas ao nosso redor”.

No evento, realizado por videoconferência, o presidente afirmou que a pandemia da Covid-19 incentivou a humanidade a repensar de maneira radical as estruturas sociais, econômicas e políticas nas quais os indivíduos estão inseridos. “Somos convocados a atuar como novos seres humanos, com novos valores, tanto como gestores quanto como colegas de trabalho, transformando o sentir e o agir por meio de mudanças concretas e reforçando nossos vínculos através da empatia, isto é, da nossa capacidade de entrar no mundo de alguém e fazê-lo sentir que o entendemos e temos forte laço em comum”, disse.

O ministro destacou também que o Projeto Empatia atende às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ): “A Resolução 230/2016 do CNJ, que orienta a adequação das atividades dos órgãos judiciários e de seus serviços auxiliares às determinações da Convenção Internacional sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, foi um primeiro e importante passo”.

Para a presidente da Comissão Multidisciplinar de Acessibilidade, ministra Nancy Andrighi, o Projeto Empatia vai ao encontro da missão do tribunal de promover a cidadania e oferecer serviços de qualidade a todos os seus usuários. “A receita do sucesso deste projeto é simples, mas requer a adesão de todos aqueles que queiram fazer a diferença no seu dia a dia. Um cidadão acolhido, compreendido e que percebe uma postura empática no atendimento recebido cria uma imagem positiva da instituição”, avaliou.​​​​​​​​​ (Site do STJ)

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