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Fazendeiro e o crime dos advogados

O fazendeiro fazendeiro Nei Castelli, de 58 anos, apontado pela Polícia Civil como mandante do duplo assassinato dos advogados Frank Alessandro Carvalhaes, de 47 anos, e Marcus Aprigio Chaves, de 41, ficou calado em depoimento para a polícia. Ele foi preso em Catalão e transferido para Goiânia. Na hora do depoimento ele optou por ficar calado.

O titular da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), delegado Rilmo Braga, diz que deve fazer buscas em Tocantins na semana que vem na tentativa de encontrar uma segunda arma. Ela seria de Jaberson Gomes apontado como um dos executores dos advogados e que foi morto pela polícia militar tocantinense.

Com a prisão a Nei Castelli, todos os quatro suspeitos de participarem de alguma forma do duplo homicídio já estão presos. Entre os presos está Pedro Henrique Martins Soares, de 25 anos, que teria dados os tiros que mataram os dois advogados. A Polícia Civil diz que Pedro Henrique e Jaberson receberiam R$ 100 mil pelo assassinato dos advogados. Caso fossem presos, o valor subiria para R$ 500 mil.

A motivação para os crimes seria a atuação das vítimas em processos judiciais contra familiares do suposto mandante que envolvem disputa de terras em São Domingos, nordeste goiano. Os advogados tiveram conversas antes da morte, nas quais registraram o que fazer ante o receio de morrerem vítimas de homicídio.

Frank Alessandro Carvalhaes e Marcus Aprigio Chaves foram executados no escritório de advocacia onde trabalhavam no Setor Aeroporto, em 28 de outubro. Na ocasião, dois homens se passaram por clientes e dispararam contra as vítimas.

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