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O juiz federal e a pandemia

O artigo é de autoria do juiz federal aposentado e atualmente exerce a advocacia em Brasília (OAB-AC 222) e suplementar (OAB-DF 01777-A), Pedro Paulo Castelo Branco Coêlho:

“Não é minha ciência a área médica, mas a observação e o pragmatismo humanosensinam-nos a ter experiências que vamos adquirindo no correr de nossas vivências. Realmente estamos em plena pandemia do CoronaVirus, e temos que aprender e a conviver com sua tipicidade e especificidade tal qual convivemos com outros vírus    como os da gripe, tuberculose, malária e outras doenças infecciosas.

Sou a favor da prevenção pelo uso de máscaras, acredito até que nunca mais vamos deixar de usá-las, da vacina que nos deixa imune ao vírus e ainda contra as aglomerações de pessoas destituídas dos comezinhos cuidados em não transmitir ou receber como agente ativo ou passivo do vírus. 

Quaisquer vírus.

Vou mais além, a exemplo dos que atacam a pessoa humana desde os primórdios da formação da sociedade, vivendo e convivendo em grupo seja de forma rudimentar ou civilizado.

Todo ano temos que nos vacinar contra os diversos tipos de gripes, em certo contexto temos que nos vacinar contra uma diversidade de vírus, para nos mantermos sadios. Contra vírus e bactérias, que não sei especificar ou diferenciá-los.

Não importa. A experiência está a demonstrar que nunca mais deixaremos de conviver com o CoronaVírus e suas mutações. O que importa sempre será a  prevenção e os devidos cuidados. Como os nossos antecipados faziam com a poliomielite, a tuberculose e gripes, enfim, tudo fosse prejudicial à saúde humana.

A verdade, como temos visto, é que as diversas vacinas estão aparecendo e sendo descobertas para atacar a pandemia mas nenhuma está no firme proposito de fazê-la desaparecer, em definitivo.

Logo, a convivência com a pandemia que está assolando a humanidade vai fazendo com que esta faça seu aprendizado de convivência como igualmente fê-la aprender com as doenças e pandemias que sempre estiveram, e vão aparecendo para atacar e nos fazer crer que somos pessoas humanas e vulneráveis e que precisamos, além da medicina e das prevenções, do auxílio infinito da proteção divina.

É a minha frágil opinião como ser vivente”.

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