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Os “calotes” no Fluminense

O Fluminense tem muitos processos em curso contra ex-patrocinadoras e uma ex-fornecedora de material esportivo na Justiça. Após a saída da Unimed, o Tricolor teve parcerias frustradas com a Matte Vitton e a Valle Express, que acabaram dando “calote” no clube, que ainda tem valores a receber até hoje. Já com relação à Dryworld, fornecedora de material esportivo do Flu em 2016, o caso foi parecido, e a empresa canadense ainda deve ao Flu.

Em entrevista coletiva, o presidente Mário Bittencourt detalhou os casos e atualizou o torcedor sobre os processos, que seguem em curso nos tribunais. Segundo ele, o Tricolor segue em busca de receber aquilo que é seu por direito.

– As ações seguem em curso. A gente tentando receber, mas ainda sem êxito. Uma coisa é você ganhar o processo, outra coisa é você receber. A empresa que está sendo acionada tem que ter capacidade de pagamento. Se ela não tiver, a gente não consegue receber. Estamos lutando nesses processos, mas ainda não recebemos valores. É justamente por isso que criamos nosso comitê de compliance. Especialmente quando negociamos patrocínios, quando trazemos marcas para o clube. Porque os inadimplementos eram muito grandes. É muito criterioso hoje para que uma empresa possa colocar uma marca na nossa camisa. Temos sido muito criteriosos na entrada, para não virar um processo futuro – disse Mário.

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