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Marco Aurélio e Sandra, 50 anos de casados

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), três vezes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro do Tribunal Superior do Trabalho e decano da mais importante Corte de justiça do pais, ministro aposentado Marco Aurélio de Farias Mello e a desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Sandra de Santis Mendes de Farias Mello estão em Izmir, cidade localizada na costa do Mar Egeu, na Turquia, comemorando 50 anos de casados. Eles tiveram quatro filhos. O ministro e a desembargadora tem uma diferença que vem desde os bancos escolares: ele é torcedor do Flamengo e ela torcedora do Fluminense.

Marco Aurélio Mello e Sandra se casaram ainda no 4o ano da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Marco Aurélio nasceu no Rio de Janeiro em 12 de julho de 1946 (canceriano), filho do advogado alagoano Plínio Afonso de Farias Mello e de Eunice Mendes. É sobrinho do falecido senador Arnon Afonso de Farias Melo, pai do ex-presidente da República Fernando Collor de Mello. Estudou no Colégio Souza Marques e no Colégio Pedro II, ambos na cidade do Rio de Janeiro. Graduou-se, em 1973, no curso de Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na qual também concluiu os créditos do curso de mestrado em Direito Privado, em 1982. Marco Aurélio permaneceu no STF de 13 de junho de 1990 a 12 de julho de 2021.

Sandra de Santis também nasceu no Rio de Janeiro mas no dia 18 de abril de 1947. Criada no bairro da Tijuca, estudou no Colégio Guanabara e depois no Instituto de Educação. Formou-se professora e trabalhou como professora durante algum tempo porque no Instituto de Educação já saia funcionária. Com 17 anos ela já exercia o magistério no estado da Guanabara, atual estado do Rio de Janeiro. Era um colégio excelente. O então governador Carlos Lacerda queria implantar uma escola a cada mês. Precisava de professores para isso. Então, quando estava no segundo ano do Curso Normal (tinha 16 anos, ainda), estudava em um período e no outro dava aula.

A rigor, Sandra queria seguir o Itamaraty, a carreira diplomática. E naquela época precisava ter até o segundo ano de Direito. “Eu entrei, estudava línguas, fazia francês, fazia inglês e entrei. Esses pré-requisitos… Entrei para fazer o Instituto Rio Branco . Gostava muito de História”.

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