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Há 26 anos Costa Leite pregava o fim das “maças podres” do Judiciário

Em abril de 2000, com 51 anos, cercado de expectativas de juízes, advogados e funcionários, o ministro gaucho Paulo Costa Leite tomou posse na presidência do segundo mais importante tribunal do país. O novo presidente não decepcionou. Logo no discurso de posse, deu o recado: “As poucas “maçãs podres” não podem comprometer toda uma instituição, como lamentavelmente tem acontecido. O Judiciáriso quer rapidamente livrar-se delas”. E acrescentou no discurso de posse: “O Brasil precisa de um Judiciário eficiente e acessível a todos. Sem Justiça efetiva não há Estado Democrático de Direito, nem civilização digna desse nome”. Costa Leite é considerado no meio jurídico como um dos mais importantes presidentes da história do STJ. Em abril de 2002, ao final do mandato, pendurou a toga e passou a se dedicar novamente a advocacia em Brasília.