A Justiça do Espírito Santo condenou a 5 anos e 2 meses de reclusão, em regime semiaberto, o responsável por um serviço clandestino de IPTV que distribuía conteúdos audiovisuais protegidos por direitos autorais e cobrava mensalidades de centenas de usuários. A investigação teve origem na 7ª fase da Operação 404, coordenada pelo Ciberlab do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ABTA participou do processo como assistente de acusação. Oscar Simões, presidente da entidade, destacou que a decisão reforça a atuação contra a pirataria audiovisual.

