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Velloso e Badaró, praticantes de tênis

Amanhã, dia 9 de junho, é o Dia do Tenista. Em Brasília duas figuras importantes do mundo jurídico praticam este esporte há vários anos: o ex-presidente do STF e do TSE, ministro aposentado Carlos Mário Velloso e o representante do Conselho Federal da OAB no Pleno do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), advogado Rodrigo Badaró Castro.

O Dia do Tenista é comemorado no dia 9 de Junho, em homenagem a um dos esportes que atualmente mais crescem em nosso país. Até pouco tempo (talvez ainda hoje) o tenista era um atleta de um esporte de elite e foi muito recentemente (meados da década de 60) que o tênis passou a ser visto não apenas como uma modalidade a se praticar por hobby, mas acima de tudo como uma profissão.

O tênis chegou ao Brasil mais ou menos ao mesmo tempo que o futebol e hoje é praticado em todos os cantos do país. De acordo com dados cedidos pela Confederação Brasileira de Tênis esse esporte possui cerca de 2 milhões de praticantes dentro do Brasil e promovem ao seu redor cerca de 370 torneios anuais. Dentro desses 2 milhões de atletas somente 33.675 são registrados na Confederação Brasileira de Tênis, ou seja, apenas 1,68% daqueles que jogam tênis no nosso país podem ser considerados verdadeiros profissionais.

O número de praticantes que são profissionalizados nesse esporte de fato não é muito alto hoje, mas é inegável que o tênis está entre os esportes que mais caíram no gosto dos brasileiros, sendo considerado o quarto favorito pelos amantes do esporte e o segundo mais transmitido do país. De modo geral os praticantes começam a jogar tênis bem cedo, normalmente incentivados por alguém da família que já tem o gosto por esse esporte instituído.

Poucos se profissionalizam porque de fato é um esporte muito caro e que pede de todos os envolvidos muito foco, muita determinação e muita força de vontade. Os preços envolvidos para começar a prática do tênis vão de R$ 900 a R$ 4000, valores nem sempre acessíveis para grande parte das famílias brasileiras, o que explica porque temos poucas referências nele no nosso país, sendo o Guga a maior delas.

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